sexta-feira, fevereiro 25, 2005


De certo modo, as ramagens frondosas do largo arvoredo pareciam aos nossos olhos encenar um majestoso espectáculo de cor e movimento. A suave crispação dos ramos e folhas ameaçava adormecer-nos, no embalo tranquilo do fim de tarde.

1 comentário:

watchout disse...

Foi então que percebemos que havíamos de facto adormecido, não de verdadeiro sono mas de uma dormência que tolhe o âmago de cada membro e, sobretudo, a consciência - essa antiga casa de onde saímos quase velhos.