Um velho sábio de olhos transparentes,
que nos pousava a mão no ombro com ternura,
depois de ver nos livros e nos tubos de ensaio
o destino dos homens,
queimou os livros todos e afogou-se no rio.
E nunca mais ninguém nos pousou a mão no ombro
com a ternura do sábio que se afogou no rio.
Mário Dionísio
Bonito. :)
ResponderEliminarAdorei o poema!
ResponderEliminarpoesia é escrever o nosso ponto de vista das coisas que vimos e sentimos
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarO poema é muito bonito
ResponderEliminarJá agora eu também sou "poeta", e no meu blog tenho os poemas que escrevi até agora, gostaria de saber se os também poderia divulgar no seu blog